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Ranking divulgado hoje aponta que a Apple é a marca mais valiosa do mundo, com estimados US$153,3 bilhões.

Com um crescimento de 84% em relação ao ano passado, a maçã conseguiu quebrar os quatro anos seguidos do Google na primeira posição da BrandZ Top 100 Most Valuable Global Brands – a lista das 100 marcas mais valiosas do mundo elaborada pela consultoria Millward Brown. A gigante das buscas, com avaliados US$115,5 bilhões, diminuiu 2% seu valor em relação a 2010.
A lista anual, divulgada há 13 anos, analisa os aspectos econômicos e competitivos que influenciam o valor das marcas – e não das empresas. Isso significa que os números apresentados se referem ao quanto a marca em si vale (por exemplo, o nome Coca Cola) e não quanto a companhia (Coca-Cola Company) vale na bolsa.

Os números são baseados em análises quantitativas feitas com mais de dois milhões de consumidores em 30 países, além de estudos financeiros feitos com informações de empresas como a Bloomberg e a Kantar Worldpanel.

Veja a lista das Top 10 do ranking 2011:

1 Apple – US$ 153,3 bilhões

2 Google – US$ 111,5 bilhões

3 IBM – US$ 100,8 bilhões

4 McDonald’s – US$ 81,0 bilhões

5 Microsoft – US$ 78,2 bilhões

6 Coca-Cola – US$ 73,8 bilhões

7 AT&T – US$ 69,9 bilhões

8 Marlboro – US$ 67,5 bilhões

9 China Mobile – US$ 57,3 bilhões

10 GE – US$ 50,3 bilhões

O game simula a cena de bullying, famosa no YouTube, e ainda dá um placar de jogadores que acertaram os melhores golpes.

Depois de ficar conhecido no Youtube, o caso de bullying conhecido por “Zangief Kid” ganhou jogo online. O game mostra a cena em que o estudante australiano Casey Heynes, que sofria bullying por seu sobrepeso, ataca Richard Gale, valentão, com um golpe digno de Zangief, lutador russo da série de jogos Street Fighter.

Para jogar, basta acessarZangiefKidTheGame.com, usar as setas do seu teclado para mover o personagem e a barra de espaço para revidar os golpes do inimigo. Se você for um bom jogador, ainda poderá ter seu nome no ranking mundial do game.

A Zoeftig, fabricante de móveis e materiais para aeroportos, criou um conceito interessante para evitar aquele momento triste em que a bateria de algum eletrônico acaba e não há por perto um carregador ou uma tomada disponível.

A ideia da Zoeftig não é de todo nova, mas sua aplicabilidade vale a notícia. O PowerKiss é a combinação de um anel que se conecta a algum dispositivo e um método de transmissão de eletricidade sem fio.

O PowerKiss usa transmissão eletromagnética: com o anel ligado a um smartphone por microUSB, por exemplo, e colocado sobre a base do equipamento (chamada de Coração), a bateria começa a ser recarregada.

A Zoeftig pretende levar o produto não só a aeroportos, mas também a restaurantes e hotéis. A estreia será em 30 aeroportos espalhados pelo mundo, em especial na Europa.

 

Uma pesquisa de mercadofeita pela VGChartz e Forecasting and Analyzing Digital Entertainment (FADE) apurou as unidades e valores de jogos vendidos pelo mundo durante o ano passado. Mais de 3,2 bilhões de jogos foram vendidos, incluindo aplicativos para celular, rendendo cerca de US$ 33 bilhões para a indústria ao longo de 2010.

Destaca-se no relatório os jogos para iOS, que venderam 1440 milhões de unidades a mais que o segundo colocado (Android, com 465 milhões). O Steam, plataforma de download digital para PC e Mac, também mostrou que tem força no mercado, com 80% das vendas de jogos para PC.


Mídia Física


Wii: 186 milhões (US$ 6.830 milhões)
PlayStation 3: 147 milhões (US$ 7.293 milhões)
Xbox 360: 150 milhões (US$ 7.242 milhões)
Nintendo DS: 129 milhões (US$ 2.562 milhões)
PSP: 45 milhões (US$ 1.016 milhões)
PlayStation 2: 19 milhões (US$ 756 milhões)
PC:  Sem informação (US$ 5.000 milhões)


Mídia Digital


iOS: 1905 milhões (US$ 749 milhões)
Android: 465 milhões (US$ 16 milhões)
Steam (PC): 85 milhões (US$ 910 milhões)
BlackBerry: 54 milhões (US$ 8 milhões)
Xbox Live Arcade: 17 mihões (US$ 135 milhões)
PlayStation Network: 10 milhões (US$ 90 milhões)
Windows Mobile: 13 milhões (US$ 7 milhões)
WiiWare/Virtual Console: 12 milhões (US$ 86 milhões)
Xbox 360/PS3 (DLC): Sem informação (US$ 300 milhões)
PC (Não-Steam): Sem informação (US$ 250 milhões)

Notícia afirma que empresa iniciou estudos para implementar uma linha de produção na cidade de Jundiaí.

De acordo com uma notícia divulgada pela Rede Bom Dia – grupo jornalístico do interior de São Paulo –, a Foxconn estaria se preparando para inaugurar sua terceira fábrica no Brasil. Para tanto, a empresa teria iniciado estudos voltados a verificar a viabilidade de produzir equipamentos Apple na cidade de Jundiaí (SP).

Em um comunicado, a Foxconn preferiu não se posicionar sobre a produção da Apple no Brasil, mas não desmentiu o interesse de construir uma nova linha de montagem no País.

A fabricação de produtos Apple no Brasil seria uma alternativa à produção dos equipamentos na China, onde a Foxconn tem enfrentado uma série de processos por conta de más condições de trabalho. Em uma recente polêmica,funcionários chineses acusaram a companhia de terem sido intoxicados durante a produção de iPhones.

Em relação às especulações de uma nova fábrica no País, o blog 9to5Macdestaca que, em novembro de 2010, o bilionário Eike Batista informou que pagaria US$ 1,6 bilhão para abrir uma fábrica de produtos Apple no Brasil. Até o momento, não há confirmação de que o empresário estaria ligado à Foxconn.

O Internet Explorer e o Firefox ganharam suas novas versões recentemente. E o Chrome? Mudou o seu logotipo.

Antes que venham dizer que a equipe do Google está marcando bobeira perto da concorrência, vale lembrar que o anúncio de novas versões virou algo mais do que comum no caso do Chrome. A cada seis semanas, o browser é reformulado: torna-se mais rápido, mais seguro e ganha novas funcionalidades. Tanto a Fundação Mozilla como a Microsoft ainda não conseguiram competir com esse ritmo frenético de desenvolvimento.

Pior do que isso, no Chrome as atualizações de versão ocorrem automaticamente e de modo invisível. O usuário comum nem percebe que está usando um navegador melhor de tempos em tempos. A Fundação Mozilla tem feito um esforço para melhorar isso, mas a Microsoft ainda aposta nos downloads manuais ou via atualizações automáticas que pedem cliques do usuário – um problemão para os leigos.

O novo logotipo do Chrome, bem mais moderno do que o anterior, mostra que uma das preocupações do Google é investir na imagem do browser. Com isso, busca torná-lo mais popular. O número de internautas que usam o navegador tem crescido ano a ano. Para acelerar isso, nada melhor do que deixá-lo mais atraente do que seus rivais.

 

O pacote familiar com três licenças do sistema operacional começa a ser vendido no Brasil na semana que vem, diz a Microsoft. Mas ele vai custar o dobro do que custa nos Estados Unidos.

Esse pacote foi oferecido nos Estados Unidos e na Europa durante alguns meses, após o lançamento do Windows 7, no ano passado. Custava 149 dólares, com licenças do Windows 7 Home Premium para uso em três computadores. Seu objetivo era estimular os consumidores americanos e europeus a atualizar o sistema operacional em seus computadores pessoais. A oferta é parecida com a do Office Home and Student, a edição do pacote de aplicativos mais vendida aos consumidores. Mas o Windows 7 Family Pack nunca chegou oficialmente ao Brasil. É uma das promoções que a Microsoft fez em outros países envolvendo o Windows 7 quenão foram oferecidas aos brasileiros.

Agora, a Microsoft está relançando o pacote familiar nos Estados Unidos, e estendendo a oferta a uma grande número de países, incluindo o Brasil. É uma boa notícia, é claro. Mas ela vem atrasada. Um ano depois do lançamento do Windows 7, a maior parte das pessoas que planejavam instalar esse sistema em seus computadores já fez isso. E o pacote ainda vai ser mais caro aqui. Nos Estados Unidos, o Family Pack custa o mesmo preço do Office Home and Student – 149,99 dólares. No Brasil, enquanto o pacote do Office é vendido por 200 reais, o do Windows vai custar 499 reais. Convertendo tudo para a mesma moeda, a conclusão é que o preço no Brasil vai ser o dobro do que custa o Family Pack nos Estados Unidos.

 

O Chrome continua roubando usuários do Internet Explorer. Em janeiro, o browser do Google, ultrapassou a marca de 10% do mercado mundial.

O Chrome foi responsável por 10,7% dos acessos à web feitos em janeiro. Pode não parecer muito, mas o crescimento tem sido rápido. Dois anos atrás, ele tinha apenas 1,5% do mercado. Desde então, vem roubando usuários do Internet Explorer e também alguns do Firefox. Nesse período, o browser da Microsoft teve sua participação reduzida de 69,2% para 56%. É a pior marca do Internet Explorer desde 2003, quando ele chegou a ter 95% do mercado. Já o Firefox ganhou mercado em 2009, mas perdeu em 2010. Sua fatia atual, de 22,8%, é quase igual à que tinha dois anos atrás – 22,6%. Os números são da empresa NetApplications.

Firefox e Internet Explorer vão ganhar novas versões em breve. No dia 25 de janeiro, a Mozilla soltou o que deve ser o último beta do Firefox 4. É possível que a versão final saia já neste mês. O Internet Explorer 9, em fase beta desde setembro, também não deve demorar. Tenho o beta instalado num dos meus PCs e ele tem funcionado sem falhas significativas – o que mostra que não falta muito para que fique pronto. A versão release candidate deve ser liberada já na próxima semana. Será a primeira edição do Internet Explorer que não vai rodar em Windows XP. O IE9 exige pelo menos o Windows Vista.

Tanto no Firefox 4 como no Internet Explorer 9, uma das atrações é o uso do processador gráfico do computador para acelerar a exibição de páginas. No caso do Internet Explorer, há também um esforço da Microsoft em melhorar a compatibilidade com padrões emergentes da web, como HTML5 e CSS3. Além disso, a empresa simplificou a interface com o usuário, que ficou bastante mais enxuta e parecida com a do Chrome. Resta saber se essas novidades serão suficientes para segurar o avanço do Google nessa área.

 

O hacker americano AlexP diz ter desbloqueado várias funções do Kinect, o sensor da Microsoft que permite controlar jogos no Xbox usando o próprio corpo.

A façanha está documentada em vários vídeos publicados no YouTube e no site do grupo NUI, do qual faz parte AlexP. Num deles, o hacker usa o computador para alterar a inclinação do Kinect. Outro vídeo mostra o Kinect enviando, ao PC, informações sobre cores e distâncias dos objetos monitorados por ele. Os vídeos apareceram alguns dias depois de a empresa Adafruit ter oferecido uma recompensa para quem conseguisse criar drivers de código aberto para o Kinect. Isso abriria o caminho para outros equipamentos, além do Xbox, interagirem com o sensor. Seria algo parecido com o que aconteceu como o controlador do Wii, da Nintendo, que passou a ser usado para uma variedade de aplicações além dos jogos.

O sistema da Microsoft é um avançado sensor 3D capaz de reconhecer formas e medir profundidades. Câmeras com esse objetivo, usadas em robôs, custam vários milhares de dólares nos Estados Unidos. Se for hackeado, o Kinect, que é vendido lá por 150 dólares, poderá ser adaptado para uso em robôs, poupando bastante dinheiro aos seus construtores. Foi com esse objetivo que a Adafruit – que vende componentes para a construção caseira de equipamentos eletrônicos – criou o projeto Open Kinect. É um concurso com regras simples: quem desenvolver drivers capazes de controlar o Kinect e liberar o código fonte leva a recompensa.

Quando o concurso foi anunciado, na semana passada, a recompensa era de 1 000 dólares. Mas a Microsoft não gostou nem um pouco da brincadeira. A empresa declarou que vai usar tanto meios técnicos como jurídicos para evitar que o Kinect seja hackeado. Quando essas declarações foram publicadas pela imprensa americana, a Adafruit aumentou a recompensa para 2 mil dólares, e, depois, para 3 mil dólares. Resta saber se AlexP já atingiu o nível de controle exigido pela Adafruit. De qualquer modo, há muita gente tentando levar essa recompensa. É muito provável que alguém consiga – e logo.

 

Os componentes que formam o Kinect, o sensor da Microsoft que permite controlar jogos no Xbox 360 com o próprio corpo, custam apenas 96 reais.

Essa é a conclusão de um estudo da empresa UBM TechInsights, especializada em análises do mercado de semicondutores. Foi divulgada pelo noticiário americano EE Times. Segundo a UBM, o Kinect inclui chips das marcas PrimeSense, Marvell, Texas Instruments e STMicroelectronics. O aparelho da Microsoft tem quatro microfones, uma câmera sensível a raios infravermelhos e mais dois sensores de imagem. Um deles capta cenas coloridas em resolução VGA (640 x 480 pixels). O outro recebe as imagens em modo monocromático, com resolução QVGA (320 x 240 pixels). Os 56 dólares (cerca de 96 reais) apurados pela UBM equivalem a 37% dos 150 dólares que custa o Kinect nos Estados Unidos (no Brasil, o preço é cerca de 600 reais). Esses 56 dólares não incluem os investimentos que a Microsoft fez em pesquisas, marketing e embalagem do produto, por exemplo. Ou seja, o custo total, para a Microsoft, é maior que esse valor. Mesmo assim, ele sugere que a empresa tem margem para baixar o preço ou fazer promoções se quiser.

O sistema do Kinect processa as imagens e os sons captados para determinar a posição do jogador e reconhecer seus gestos. Parte da tecnologia usada nele vem da empresa israelense PrimeSense. Ela é a responsável pelo projeto do módulo de visão 3D que foi incorporado ao aparelho. O Kinect é capaz de monitorar até seis pessoas, mas só duas poderão jogar ao mesmo tempo. Ele rastreia movimentos de até 20 articulações por pessoa. Para isso, os jogadores devem estar a uma distância entre 1,2 e 3,5 metros do sensor.

Em princípio, o Kinect deveria funcionar apenas com o console Xbox, da Microsoft. Mas o produto já foi hackeado. Como já comentei neste blog, a empresa Adafruit promoveu um concurso, premiando com 3 mil dólares quem primeiro criasse drivers de código aberto para o Kinect. O concurso provocou uma corrida de hackers de vários países para desbloquear o produto da Microsoft. No dia 10, o espanhol Héctor Martín Cantero, divulgou um driver para Linux que permite controlar os sensores do Kinect, candidatando-se ao prêmio. Outro hacker, o alemão Florian Echtler, publicou uma demonstração no YouTube em que ele manipula fotos num computador apenas agitando as mãos no ar. O Kinect se encarrega de reconhecer os gestos e enviar os comandos. Trabalhos assim abrem caminho para que o aparelho da Microsoft seja empregado em robôs e outros equipamentos.